21 de janeiro de 2009

Sempre começando novamente!


O mundo pode cair do meu lado, mas que coisa impressionante, eu nunca sou derrotada, vem uma força de dentro de mim que faz com que eu seja como um gigante, mesmo que em algum momento eu me veja como um gafanhoto......Sou feliz !!!! Sou completa, não me sinto despedaçada, mesmo que me faltem partes......Eu posso dizer.....Jesus me faz inteira!!!! Eu amo esse Deus que me aceita e me ama, que sempre olha pra mim com amor e me prova o seu amor em cada ato de fidelidade!!!!
Sempre pronto a me perdoar e me incentivar a começar novamente!

20 de dezembro de 2008

Os dias passam!!!!!!


Os dias vão passando, as situações mudando, mas as verdades de Deus e de sua Palavra, continuam imutáveis. Deus sendo Deus, Sua Palavra fiel e verdadeira.
Em alguns momentos pensamos que nada está acontecendo, porque não vemos nada, não sentimos nada, mas derrepente, uma mão poderosa aparece libertadora perto de nós e as nossas forças que pareciam ter desaparecido por conta de tantas pressões e necessidades voltam e nos deixa ver o cenário, um espetáculo de luzes no nosso interior e somos renovados, restaurados e tudo o que parecia estar morto resnasce, ressurge e nós que nos sentíamos como gafanhotos, podemos ver que o nosso Deus não se esqueceu, não nos deixou e tudo de melhor que Ele tem preparado para nós, vem sobre a nossa vida.
Fiel é Deus! Amigo é Deus! Esse Deus na pessoa de Jesus Cristo e de Seu Espírito que realiza em nós muito mais que pedimos ou pensamos segundo o seu poder que opera na nossa vida!!!!

16 de agosto de 2008

O Tempo!


E logo o Espírito o impeliu para o deserto, onde permaneceu quarenta dias, sendo tentado por Satanás; estava com as feras, mas os anjos o serviam. Mc 1.12,13

40 dias de chuvas no processo do dilúvio.

40 dias para receber a Lei.

40 anos para atravessar o deserto.

40 dias para enfrentar o maligno.

São ciclos que precisaram ser cumpridos.

Todo o enfrentamento do mal é como uma epopeia. É construção de uma nova história. É revolução. Exige determinação, firmeza de propósitos e perseverança, e não pode ser feito sem a ajuda de Deus. Sem o serviço dos anjos. Âriovaldo Ramos

Estou certa que depois de enfrentarmos esses ciclos na nossa vida, obteremos a vitória e a conquista daquilo que o Senhor tem preparado para nós, por vezes não entendemos as resistências, as lutas, as tragédias, os enganos que aparecem no meio do nosso caminho, isso se dá por esquecermos que o Senhor tem o seu tempo e modo de realizar a sua obra em nossa vida. Nós sempre acostumados com o instantâneo, nos esquecemos que por vezes teremos que esperar mais que um café, um miojo ou o aquecer da agua em um micro ondas, mas no Senhor a nossa esperança não será frustrada por mais resistências que haja, ou por mais que não entendamos os ciclos do Senhor trabalhando em nós para executar a sua perfeita vontade.

Bom é aguardar no Senhor, ter esperança nEle, Ele prevalecerá até mesmo sobre nós!

12 de junho de 2008

Amizade

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein

28 de janeiro de 2008

Quando a vida nos reserva tragédias!


A vida nos reserva altos e baixos; sombras e luzes; vitórias e derrotas; alegrias e tragédias! Aliás, tragédias são indescritíveis. Elas não têm hora para chegar, não pedem licença e sem que as autorizemos abruptamente invadem nossas vidas interrompendo sonhos, projetos e ideais.

Tragédias nos provam, nos sacodem existencialmente, violentam a alma. Tragédias possuem a cruel capacidade de sugar de nossos corações a expectativa de um mundo melhor.

Ninguém deliberadamente em são consciência projeta tragédias para suas próprias vidas. Na verdade, cada um de nós sonha e pensa no melhor de Deus. Isto porque, nosso desejo é vivermos sob as bênçãos do Senhor desfrutando das benesses do Todo-Poderoso em todos os instantes da existência. Por acaso você já pensou o quão maravilhoso seria se tudo realmente fosse assim? Infelizmente a vida não é um mar de rosas, até porque, existem instantes na caminhada que a tragédia arromba as portas da nossa casa levando-nos ao pranto e desespero.

Em situações como estas é comum o questionamento: “Por que Senhor? O que fizemos para merecer tal coisa?”

Ora, não quero ser simplista em tentar explicar tragédias, até porque, nem sempre nos é possível fazê-lo. Todavia, as Sagradas Escrituras nos apontam um Deus soberano que tudo sabe e tudo vê, e que por entrelinhas nos ensina a confiar exclusivamente nele.

Deus não é um déspota masoquista que tem prazer na dor e no sofrimento dos homens. Nosso Senhor, usa nossas agonias e angustias no intuito de que o conheçamos melhor. Na verdade, são momentos de adversidade que podemos sentir de perto os braços acolhedores do pai.


O Deus da Bíblia não nos abandona em meios aos tsunamis da vida. Ele aproveita cada momento, para nos enviar sinais do seu grande amor, cuidando afetuosamente dos nossos corações, confortando-nos e ministrando o consolo do Espírito Santo.

Pr Renato Vargens

31 de dezembro de 2007

ANO NOVO, e vida dependente!


Tem momentos na vida, que não conseguimos nem ao menos expressar o que sentimos, são mistos de tristezas, expectativas, desencontros e esperanças que se frustram, nascem novamente e depois acabam.
Sempre haverá um caminho melhor pra se traçar, mas onde ele se encontra? Como podemos encontrar algo, quando já não se enxerga nada, onde já não existe mais nada?
Nessas horas podemos entender o salmista que dizia, até quando Senhor deixará que os meus inimigos prevaleçam sobre mim? Ou mesmo sentir o grito de quem pergunta e o Teu Deus, onde Ele está?
Onde Ele está? Onde? E só com os olhos da fé, com o coração de quem experimenta o Deus que se manifesta no interior do homem pode responder.. ELE está aqui, dentro de mim, mesmo calado, sem mostrar nada...ELE está aqui, não me esqueceu, mesmo sem ver, sem sentir. ELE fará o que não se pode ver, nem saber...uma coisa só, sem saber como, onde, o que, mas Ele fará....esse Deus invisível o qual não compreendemos a maneira de agir, não sabemos porque Ele faz ou permite que aconteça, tem personalidade, ELE é Fiel, Justo, Amoroso e Jamais, jamais, jamais nos abandona. Então sempre haverá um caminho, sempre haverá uma porta aberta, sempre haverá provisão, nunca faltará amor, paz e alguma mão que mesmo humana, terá forma de anjo, dos anjos que Ele dispensa pra trabalhar em nosso favor. Seja como e onde for, haverá segurança, sempre e pra sempre, até o final, haverá segurança....
E no meio de tudo, quando ouço essa pergunta.. O Teu Deus onde está? Respondo com segurança, Ele está aqui e não me deixará, porque isso não depende de mim, não depende da minha justiça, do meu bom proceder, é a maneira dELE ser...ELE jamais abandona os seus!

21 de dezembro de 2007

DEUS E UMA CRIANÇA



Rubem Alves, em texto publicado na Folha de S. Paulo.

SOU UM ADMIRADOR de Gandhi. Cheguei mesmo a escrever um livro sobre ele. Estou planejando convocar os amigos para uma homenagem póstuma a esse grande líder pacifista e vegetariano.
Pensei que uma boa maneira de homenageá-lo seria um evento numa churrascaria, todo mundo gosta de churrasco, um delicado rodízio com carnes variadas, picanhas, filés, costelas, cupins, fraldinhas, lingüiças, salsichas, paios, galetos e muito chope. O grande líder merece ser lembrado e festejado com muita comilança e barriga cheia!
Eu não fiquei doido. O que fiz foi usar de um artifício lógico chamado "reductio ad absurdum" que consiste no seguinte: para provar a verdade de uma proposição, eu mostro os absurdos que se seguiriam se o seu contrário, e não ela, fosse verdadeiro. Eu demonstrei o absurdo de se celebrar um líder vegetariano de hábitos frugais com um churrasco.
Uma homenagem tem de estar em harmonia com a pessoa homenageada para torná-la presente entre aqueles que a celebram. Uma refeição, sim. Mas pouca comida. Comer pouco é uma forma de demonstrar nosso respeito pela natureza. Alface, cenoura, azeitonas, pães e água.
Escrevo com antecedência, para que vocês celebrem direito. A celebração há de trazer de novo à memória o evento celebrado.
É uma cena: numa estrebaria uma criancinha acaba de nascer. Sua mãe a colocou numa manjedoura, cocho onde se põe comida para os animais. As vacas mastigam sem parar, ruminando. Ouve-se um galo que canta e os violinos dos grilos, música suave... No meio dos animais tudo é tranqüilo. Os campos estão cobertos de vaga-lumes que piscam chamados de amor. E no céu brilha uma estrela diferente. Que estará ela anunciando com suas cores? O nascimento de um Deus?

É. O nascimento de um Deus. Deus é uma criança.

O nascimento do Deus criança só pode ser celebrado com coisas mansas. Mansas e pobres. Os pobres, no seu despojamento, devem poder celebrar. Não é preciso muito.Um poema que se lê. Alberto Caeiro escreveu um poema que faria José e Maria, os pais do menininho, rir de felicidade: "Num meio-dia de fim de primavera, tive um sonho como uma fotografia: "Vi Jesus Cristo descer a terra. Veio pela encosta do monte tornado outra vez menino. Tinha fugido do céu...'" Longo, merece ser lido inteiro, bem devagar...
Uma canção que se canta. Das antigas. Tem de ser das antigas. Para convocar a saudade. É a saudade que traz para dentro da sala a cena que aconteceu longe. Sem saudade o milagre não acontece.
Algo para se comer. O que é que José e Maria teriam comido naquela noite? Um pedaço de queijo, nozes, vinho, pão velho, uma caneca de leite tirado na hora. E deram graças a Deus.
E é preciso que se fale em voz baixa. Para não acordar a criança.
Naquela mesma noite, havia uma outra celebração no palácio de Herodes, o cruel. Ele tinha medo das crianças e mataria todas se assim o desejasse. A mesa do banquete estava posta: leitões assados, lingüiças, bolos e muito vinho... Os músicos tocavam, as dançarinas rodopiavam. Grande era a orgia.

É. Cada um celebra o que escolhe. Acho que vou fazer uma sopa de fubá que tomarei com pimenta e torradas. E lerei poemas e ouvirei música. E farei silêncio quando chegar a meia-noite e, quem sabe, rezarei?